DESTAQUES DO OCIOSO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O Último Poema

Assim eu quereria o meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

Manuel Bandeira

Um comentário:

disse...

OI MEU AMOR
LINDO ESSE POEMA,SE LEMBRA QUANDO VOCÊ O ESCREVEU PARA MIM?
ESTA MUITO BACANA SEU BLOG,PARABÉNS,VOCÊ É UMA PESSOA DE MUITA LUZ.
AMO VOCÊ,BEIJÃO.

REJANE